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Pr. Martinez responde perguntas sobre a bebida

por cacp - sex jul 17, 8:57 am

Pr. J Flavio

ENTREVISTA COM O PR. JOÃO FLÁVIO MARTINEZ SOBRE A BEBIDA ALCOÓLICA

1) – Cristãos que bebem um golinho estão em pecado? Por quê?

Bem, a problemática do assunto não gira nessa direção, mas se beber edifica ou não a vida de um cristão. Paulo disse – “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (I Co. 10.23).

De acordo com o texto de Levítico (Lv 10.8-10) nenhum sacerdote deveria beber bebidas alcoólicas a fim de desempenhar suas funções sacerdotais diante de Deus. A questão é: Isto é também para a Igreja de Jesus? Leiamos: Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (IPe 2.9). O apóstolo Pedro está falando a respeito da Igreja de Jesus e notem que ela é chamada de “sacerdócio real”. Deus levantou uma Igreja sacerdotal, ou seja, intercessora que ora em favor do mundo. E é claro que o nosso Deus, que da Lei trouxe a Graça, não mudou seus padrões de santidade e requer de nós as mesmas coisas. Vejamos ainda: “…e nos fez reino, sacerdotes para Deus, seu Pai, a Ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém” (Ap 1.6).“…e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra” (Ap 5.10). Quando aceitamos o Senhor Jesus, como sendo nosso único Salvador nos tornamos sacerdotes de Deus e como tais, devemos observar a orientação da sua Palavra.

2) – O que a Bíblia diz a respeito?

Há pontos que podem ser interpretados como favoráveis a tal prática, mas há muitos outros extremamente contrários a esse costume. Veja, não é que haja contradição na Palavra de Deus, mas precisamos sempre analisar a questão exegeticamente e de maneira sociológica (embora, não é aqui a proposta).

Se fizermos um apanhado geral, descobriremos que a bebida fez mais mal do que bem as pessoas que dela fizeram uso, é só pesquisar. Agora, será que por que certo homem de Deus se embriagou no VT nós devemos imitá-lo? Será que alguém vai querer imitar a obtusidade de Sansão ao revelar seu segredo a Dalila? Ou será que alguém vai querer enveredar pelo caminho do adultério pelo fato do Rei Davi, homem segundo o coração de Deus, ter cometido tal pecado? Poderíamos citar vários exemplos, mas o quero que o leitor entenda é que a Bíblia registra vários fatos e acontecimentos para que deles aprendamos.

Acho relevante citar outro texto para combater aqueles que usam algumas passagens da Velha Aliança para defender a pratica do alcoolismo. Em Deuteronômio 24, encontramos a Lei dando liberdade ao marido para dar carta de divórcio a sua esposa, entretanto, em S. Mateus 19, o Senhor Jesus muda esse paradigma e o condena, dizendo que divórcio só em caso de adultério.

Com certeza, temos muitos textos que condenam o ato de se envolver com a bebida alcoólica. Vejam:

O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio” (Provérbios 20.1). O sábio mostra que há um perigo no vinho e que ele é enganador. “Ouve, filho meu, e sê sabio; guia retamente no caminho o teu coração.  Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne.  Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem” (Provérbios 23.19-21).  “Para quem são os ais?  Para quem, os pesares?  Para quem, as rixas?  Para quem, as queixas?  Para quem, as feridas sem causa?  E para quem, os olhos vermelhos?  Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.  Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.  Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.  Os teus olhos verão cousas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.  Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro e dirás:  Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei?  Então tornarei e beber” (Provérbios 23.29-35).  Que cena patética a do homem que se deixou vencer pelo álcool.  “Palavras do rei Lemuel, de Massá, as quais lhe ensinou sua mãe.  Que ti direi, filho meu?  Ó filho do meu ventre?  Que ti direi, ó filho dos meus votos? Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos, às que destroem os reis.  Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.  Para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.  Dai bebida forte aos que perecem e vinho, aos amargu-rados de espírito; para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e de suas fadigas não se lebrem mais” (Provérbios 31.1-7).  O vinho não serve para os reis, mas sim para os que não têm nada por que viverem.  “Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquenta!” (Isaías 5.11).  “Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte” (Isaías 5.22).  “O Senhor derramou no coração deles um espírito estonteante; eles fizeram estontear o Egito em toda a sua obra, como o bêbado quando cambaleia no seu vômito.” (Isaías 19:14).  “Mas também estes cambaleiam por causa do vinho e não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, são vencidos pelo vinho, não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; erram na visão, tropeçam no juízo.  Porque todas as mesas estão cheias de vômitos, e não há lugar sem imundícia” (Isaías 28.7-8).  Junto com a vergonha da embriaguez, as Escrituras geralmente frisam o efeito causado sobre a mente.  Quando sacerdotes, profetas e juízes bebem, eles desviam os homens de Deus.  O texto a seguir ressalta o mesmo pensamento:  “A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento” (Oséias 4.11).  “Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando à bebida o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar as vergonhas!  Serás farto de opróbrio em vez de honra; bebe tu também e exibe a tua incircuncisão; chegará a tua vez de tomares o cálice da mão direita do SENHOR, e ignomínia cairá sobre a tua glória” (Habacuque 2.15-16).  “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?  Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10).  “Ora, as obras da carne são conhecidas e são:  prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebedices, glutonarias e cousas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam” (Gálatas 5.19-21).  “Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andando em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias.  Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão” (1 Pedro 4.3-4).  A embriaguez é um pecado condenado.

3) Na ceia o vinho representa o sangue de Jesus derramado em favor de nós. Estamos pecando quando tomamos vinho na Santa Ceia?

No tocante à Ceia do Senhor os três primeiros escritores dos Evangelhos empregam a expressão “fruto da vide” (Mt 26.19; Mc 14.25; Lc 22.18). O vinho não fermentado é o único “fruto da vide” verdadeiramente natural, contendo aproximadamente 20% de açúcar e nenhum álcool. A fermentação destrói boa parte do açúcar e altera aquilo que a videira produz. O vinho fermentado não é produzido pela videira.

O Senhor instituiu a Ceia quando Ele e seus discípulos estavam celebrando a Páscoa. A lei da Páscoa em Êx 12.14-20 proibia, durante a semana daquele evento, a presença de “seor” (Êx 12.15), palavra hebraica para fermento ou qualquer agente fermentador. Seor, no mundo antigo, era frequentemente obtido da espuma espessa da superfície do vinho quando em fermentação. Além disso, todo o “hametz”, ou seja, qualquer coisa fermentada era proibida (Êx 13.7; Êx 12.19). Deus dera esta lei por ser a fermentação o símbolo da corrupção e pecado (ICo 5.7-8), sendo exatamente isso o que causa a bebida alcoólica no Homem. No Antigo Testamento, bebidas fermentadas nunca deviam ser usadas na casa de Deus, e um sacerdote não podia chegar-se a Deus em adoração se tomasse bebida embriagante (Lv 10.8-9). Jesus Cristo foi o Sumo Sacerdote de Deus no novo concerto, e chegou-se a Deus em favor do seu povo (Hb 3.1). Sendo Ele Sacerdote e conhecedor da Lei de Deus é lógico que podemos entender que ele não tomou nenhuma bebida alcoólica e que o vinho da Ceia era puro e sem álcool.  (Fonte: Bíblia Pentecostal com algumas alterações).

4) O que na sua opinião explica o crescimento no número de pessoas cristãs que bebem bebidas alcoólicas?

Os fatos e acontecimentos cotidianos aliados às profecias bíblicas a respeito das últimas coisas nos levam a crer que estamos no fim dos tempos. Um único seguimento segura essa degeneração, tentando de alguma forma manter as coisas dentro de uma ética e dos princípios de Deus, estamos falando da Igreja Cristã no mundo. Entretanto, o que assistimos nestes finais dos tempos é tão forte e corrupto que essa degeneração está entrando dentro das Igrejas. Está tentando deturpar o último reduto de seriedade e sobriedade que nos resta. Estão tentando tirar a força doutrinária da cristandade no que se trata da moral, ética e principalmente da santidade que Deus pede para que o homem cultive. – Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor (Hb 12.14). –  Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação (Its 4.13). – E o próprio Deus de paz vos santifique completamente ; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (Its 5.23).

Recomendo que leiam o estudo – O Vinho no Novo Testamento.

5) Jesus Cristo não bebia vinho?

O exemplo mais citado pelos defensores da bebida alcoólica é a passagem de João capítulo dois.

Que tipo de vinho era esse usado nas bodas de Caná? A resposta deve ser determinada pelos fatos contextuais e pela probabilidade moral. Acreditamos piamente que Jesus fez o mesmo vinho da Ceia, sem nenhum álcool e que era esse o vinho que ele ingeria. O objetivo desse milagre foi manifestar a sua glória (Jo 2.11), de modo a despertar a fé pessoal e a confiança no Senhor Jesus como filho de Deus, santo e justo, que veio salvar o seu povo do pecado (Mt 1.21). Sugerir que Cristo manifestou a sua divindade como filho Unigênito de Deus (Jo 1.14), mediante uma festa de bebedeira, visto que cada talha (Jo 2.6) comportava por volta de 120 litros (vezes seis, teríamos a quantia de 720 litros), sem contarmos o que já havia sido consumido. Se o vinho fosse embriagante seria mais que suficiente para todo mundo sair embaraçando as pernas e caindo pelas ruas, o que não ocorreu.

6) O senhor acha que as igrejas deveriam combater essa questão? Ou o Espírito Santo de Deus é quem deve entrar em ação?

Sim. O Espírito Santo precisa de vasos para levar sua mensagem e manter a pureza da Igreja. Ele só vai agir mediante o ensino da Palavra de Deus impetrado por homens e mulheres tementes as verdades bíblicas.

7) O pastor pode ser “dado ao vinho”? 

Sobre pastores que bebem; só posso corroborar com o profeta Isaías, que diz: “Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo” (Is 28.7).

A Bíblia Pentecostal faz um comentário relevante sobre a problemática do pastor e a bebida em I Tm 3.3: … esta expressão (o pastor não deve ser dado ao vinho) em I Tm 3.3 (Grego me paroinon, formada de “me”, que significa “não”, e “ao lado do vinho”, “perto do vinho” ou “com o vinho”). Aqui, a Bíblia requer que nenhum pastor ou presbítero fique “sentado ao lado do vinho” ou “esteja com o vinho”. Noutras palavras, não deve SE ENVOLVER COM O VINHO.

Quero dar aqui uma dica, como um ex-ébrio e pastor que sou, se seu líder evangélico bebe e gosta da caninha, meu humilde conselho, procure outra igreja pra você congregar. Deus exterminou dois sacerdotes que foram ministrar bêbados diante dele (Lv 10.9) e penso que isso ainda deva desagradar muito ao Senhor!!! Que o seu pastor seja “Não dado ao vinho…” 1 Timóteo 3.3.

8) Em Eclesiastes 9.7 está escrito: “Vai, pois, come com alegria o teu pão e BEBE COM BOM CORAÇÃO o teu VINHO (yayin), pois já Deus se agrada das tuas obras”. O que você pensa sobre o versículo?

O Dr. Stamps (autor da Bíblia Pentecostal) comenta que a palavra yayin é a mais genérica usada para vinho. Ela ocorre 141 vezes no Antigo Testamento. Essa palavra pode indicar bebida fermentada ou não-fermentada. Tanto isso é verdade que o profeta Jeremias chama de yayin o suco ainda dentro da uva (Jr 40.10-12) e é lógico que ninguém defenderia a ideia de que esse suco estaria fermentado! Por isso, pelo contexto, se entendermos que yayin refere-se ao suco doce da uva, recém espremido, não haverá problemas nessa conjectura.

9) Se é questionado a presença do álcool no vinho naquela época. Como pode a bíblia ter o registro de casos de pessoas que se embebedaram?

Como diz certo axioma: “Aprender com os erros é bom, mas aprender com os erros alheios é sabedoria”. Acredito que a intenção de Deus é sempre mostrar e instruir o seu povo no caminho certo. Se muitos erraram ao se embriagar, nós podemos nos instruir com isso e seguir outro caminho.

10) O BEBER e o EMBRIAGAR são diferentes?

Realmente, beber e embriagar são duas coisas diferentes. Mas não podemos nos esquecer que uma coisa leva a outra! Quem entra para o caminho do “beber socialmente”, não tem como garantir que nunca vai exceder e acabar tornando-se um alcoólatra!

Interessante observar também que os defensores da maconha raciocinam da mesma maneira, a linha de raciocínio é idêntica. Afinal de contas, a maconha pode até ser usada contra a depressão! Será que os pastores, padres e os defensores cristãos “do beber socialmente” aceitariam o fumar maconha socialmente? Ou o uso da maconha em certos tratamentos médicos? E olhem que a Bíblia não arvora nada contra a maconha como fala contra a bebida! A verdade é que a ética de certos naturalistas cristãos é extremamente perigosa!

Guardo sempre a palavra de um senhorzinho, presidente do AA de minha cidade – ele me disse – “Meu filho, de todas as drogas a mais perigosa é o álcool, ela é a porta pra todas as desgraças na vida de um ser humano… a maior mentira da sociedade é o beber socialmente“… ele aponta pros seus colegas e conclui – “Aqui todos éramos consumidores sociais do álcool e acabamos no fundo do poço, pois acreditamos nessa mentira“.

11) Suas conclusões finais.

É bom observar que os judeus bebiam socialmente, isso é uma constatação factual e histórica, mas o sacerdote (no dia da expiação) e o Nazireu, não deveriam se envolver com a bebida forte. O cristão deve sempre ser zeloso e exemplo diante de uma sociedade corrupta e decaída. Paulo explicita que se comer escandaliza (I Co 8.13), ele então se isentaria de tal produto alimentício pra não escandalizar a sociedade. Há um consenso em toda a discussão – embriagar-se é pecado (Ef 5.18). A problemática se agrava pelo fato de que no Brasil temos uma legislação razoavelmente rigorosa sobre isso. O Bafômetro indica uma pessoa como bêbada com apenas um copo de cerveja – diante dessa constatação, e do fato que hoje a bebida é uma epidemia destrutiva e de fácil acesso – diferente da época antiga – nós deveríamos nos abster desse mal social e sermos paradigmas para nossos conterrâneos.

ANTES DE BEBER O PRÓXIMO GOLE, PENSE NISSO…
1) Trará isto toda honra e glória a Deus? Somente glória e honra a Deus? Com toda certeza?
2) Poria Cristo o Seu próprio nome nisto? Estarei eu representando-O dignamente? Posso eu agradecer e pedir a bênção de Deus nisto?
3) Fez Cristo isto? (ou tenho eu absoluta certeza de que o faria?)
4) Gostaria eu que Cristo me encontrasse nisto, ao vir me arrebatar para Si?
5) Ganharei eu recompensa por isto, no Bema, o Tribunal de Cristo para galardoamento dos salvos?
6a) Estou eu lembrado de que o Espírito de Deus habita em mim? De que Ele estará no meio do que estarei fazendo?
6b) Estou eu absolutamente certo de que isto deleitará, muito agradará ao Espírito de Deus que habita em mim?
7) É isto apropriado para um filho do Rei?
8) Tenho eu certeza de que estou semeando para o Espírito e não para a minha carne? E não para o mundo?
9) Irá isto, sem dúvida alguma, influenciar positivamente o descrente e/ou o meu irmão mais fraco? Ou há uma ponta de risco de escandalizar ao menos um deles?
10) Sinceramente, ante Deus, tenho eu absoluta certeza sobre o assunto, ou tenho eu, ainda, uma pontinha de dúvida?
11) Tenho eu certeza de que isto não dará a ninguém a APARÊNCIA de que estou pecando?

Que Deus nos dê bom senso acima de tudo!


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