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Psicologia versus Bíblia

[1]A Psicologia não é compatível com o Cristianismo, pois ela não é uma ciência e nem existe uma patologia que lhe diga respeito. Ela se assemelha a um rolo de fios, que foi desenrolado, caiu no chão e se emaranhou de tal maneira que já não mais serviu para tecer um suéter e nem mesmo um cachecol.

O mesmo está acontecendo, tragicamente, nos dias de hoje, com o mundo e a igreja, pois, um e outro só conseguem tecer roupas imaginárias para cobrir a nudez mental da humanidade, na qual prevalece uma tremenda mediocridade moral e morte espiritual.

A Bíblia nos ensina a nunca nos afastarmos da simplicidade que há em Cristo: “Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Coríntios 11:3)

Mesmo assim, a Psicologia não tem feito outra coisa senão complicar a vida espiritual das pessoas. Graças a Deus, os autores bíblicos que têm escrito livros e artigos, expondo o perigo que ela representa para os cristãos, costumam usar uma linguagem tão simples que até mesmo uma criança (ou um menino) pode entender. Isto é ótimo, porque Cristo disse, referindo-se ao Reino de Deus: “Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele” (Lucas 18:17). A maioria dos psicoterapeutas costuma usar uma fraseologia complicada, a fim de mostrar uma sabedoria especial e os pobres clientes, já maltratados pelos problemas emocionais, ainda são obrigados a suportar a erudição ostensiva desses filhos de Freud.

A Bíblia ensina que “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência” (Provérbios 9:10). A Psicologia ensina, em suas sessões de terapia mental, a não temer o Senhor, em tempo algum. Isso prova que não existe sabedoria alguma na Psicologia.

A Bíblia ensina que somos tricotômicos, com corpo, alma e espírito. A Psicologia diz que somos dicotômicos, possuindo apenas corpo e alma.

A Bíblia ensina que o Espírito Santo nos conduz à verdade, conforme Hebreus 4:12: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. A Psicologia não tem o menor respeito pela Palavra de Deus, nem acredita no Espírito Santo. Como Paulo disse, “todas as coisas [reprováveis] se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta” (Efésios 5:13).

A Bíblia ensina que o Espírito Santo é Quem nos convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8). A Psicologia desconhece o pecado e, conseqüentemente, não admite a justiça nem o juízo de Deus contra os pecadores.

A Bíblia ensina que temos um destino eterno. A Psicologia nada oferece em matéria de eternidade.

A Bíblia ensina: “Ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração (Mateus 6:20-21). A Psicologia é neutra neste conceito…

A Bíblia diz, em Mateus 6:33: “Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas [necessárias à vida] vos serão acrescentadas”. A Psicologia jamais ensina a buscar o Reino de Deus, mas a buscar o que houver de agradável no reino do mundo, o qual jaz no maligno.

A Bíblia ensina a ser abençoado com o Sermão do Monte. A Psicologia desconhece as bem-aventuranças cristãs, pois não conhece o Doador das mesmas.

A Bíblia ensina que o nosso auxílio vem do Senhor (Salmo 27:9). A Psicologia ensina que ele vem dos psicoterapeutas, cujas teorias, ainda não comprovadas, foram retiradas do paganismo, da astrologia, do humanismo e da evolução.

A Bíblia ensina que o amor próprio é o maior problema da humanidade. A Psicologia ensina a alimentar o amor próprio, como a solução dos problemas pessoais.

A Bíblia ensina que podemos beber de graça da água da vida (João 4:14). A Psicologia oferece uma versão melhorada do velho homem, deixando-o morrer de sede espiritual, por falta da água da vida.

A Bíblia ensina que a nossa força se aperfeiçoa na fraqueza e que do sofrimento podemos retirar força (2 Coríntios 12:9-10). A Psicologia ensina a contrabalançar fraqueza e força, usando a teoria pagã da confissão positiva.

A Bíblia ensina que o “espírito quebrantado e contrito” não será por Deus desprezado (Salmo 51:17). A Psicologia ensina a auto-estima como a fonte da felicidade.

A Bíblia ensina a nos regozijarmos no sofrimento por amor a Cristo. A Psicologia não prega o amor a Cristo, pois desconhece o Doador da Vida e o Salvador que, por amor, deu Sua vida por nós.

A Bíblia diz que não podemos produzir o fruto do Espírito: “amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5:22), enquanto não estivermos enxertados na “videira verdadeira”, que é Cristo. A Psicologia tenta, inutilmente, produzir esse fruto, com os ensinos dos seus fundadores: Freud e Jung, que foram inimigos do Cristianismo.

A Bíblia ensina que existem três coisas que Deus exige do cristão: Salvação, Santificação e Desempenho da Grande Comissão, a fim de que muitos sejam salvos e possam gozar também da salvação e da santificação. A Psicologia ignora todos esses itens e não se interessa pelo bem estar do próximo.

Senhores pastores e irmãos em Cristo: Por que estamos ainda oferecendo a Psicologia dentro da Igreja? Será que a Palavra de Deus não é suficiente para resolver os problemas da alma e do espírito? Os psicólogos devem achar que Paulo mentiu, quando declarou na 2 Timóteo 3:16-17: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”. E vocês, vão achar, também, que Paulo foi um grande mentiroso? E que o Espírito Santo foi o seu cúmplice?

A Igreja precisa despertar urgentemente e deixar de misturar a Psicologia com “o Evangelho de Cristo, que é o poder de Deus”, abandonando este pecado de se unir à fraqueza dos homens “para a salvação das pessoas!”

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