Esqueceu a senha?

Senado aprova Fachin, eleitor de Dilma, para o STF

por Artigo compilado - qua maio 20, 9:57 am

Nota do Pr. JF Martinez: Fachin, esquerdista petista, assume uma cadeira no STF. Esse advogado do diabo ou do PT, que é a mesma coisa – não me representa. Aliás, o STF não me representa – ali temos uma “quadrilha” (como disse o ex-ministro Joaquim Barbosa) de esquerdistas e petistas contrários ao Brasil – Brasil que eu cidadão sonho. Como cristão, lamento profundamente o aparelhamento da suprema corte nacional. Com diz o Boris Casoy – ISSO É UMA VERGONHA. Nós cristãos sofreremos mais que o Brasil – o estado sofrerá a retalhação internacional econômica, mas os cristãos sofrerão uma perseguição religiosa implacável dos ditadores de togas. Oremos pelo Brasil, perdido na corrupção e entre os corruPTos…

——————————————–

Senado aprova Fachin, eleitor de Dilma, para o Supremo

Com perfil abertamente partidário e uma biografia pontuada por posições radicais, jurista gaúcho sucessor de Joaquim Barbosa no Supremo

O jurista Luiz Edson Fachin
UM JURISTA QUE TEM LADO – Luiz Edson Fachin, agora novo ministro do Supremo Tribunal Federal, indicado por Dilma(Cesar Machado/Gazeta do Povo/Estadão Conteúdo)

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira o nome de Luiz Edson Fachin para a cadeira que era de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF). O indicado por Dilma Rousseff teve 52 votos a favor e 27 contrários – um terço da Casa -, em deliberação secreta.

Os 27 votos contrários têm as digitais do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), insatisfeito com o governo, que trabalhou pessoalmente nos bastidores para tentar barrar a indicação.

Ao abrir a sessão, Renan se defendeu: “Esse processo de indicação do nome para a presidente do STF eu fiz exatamente o que cabe ao presidente do Congresso e do Senado fazer: conduzi esse assunto com absoluta isenção”.

​O senador capixaba Magno Malta, do PR, foi o único a usar a tribuna para discutir a indicação. Ele defendeu o voto contrário a Fachin por causa das posições dúbias do ministro a respeito de temas como a legalização das drogas e a concepção de família.

Fachin poderá ficar no Supremo até 2033, quando completará 75 anos de idade.

Resultado – Ronaldo Caiado, líder do DEM, lamentou o resultado: “Existe uma identificação direta político-ideológica com o PT. E isso tira dele aquilo que é fundamental para um juiz, que é a imparcialidade”.

Um grupo de manifestantes do Movimento Brasil Livre (MBL) organizou um buzinaço contra Fachin ao lado do Congresso Nacional antes e depois da votação.

Trajetória – O STF terá nos próximos anos um ministro que descumpriu a lei. Fachin atuou como advogado particular enquanto era procurador do Estado do Paraná e recebeu recursos para defender o governo paraguaio ao mesmo tempo em que era professor da Universidade Federal do Paraná. Nos dois casos, descumpriu a legislação vigente à época.

Fachin também defendeu posições heterodoxas sobre a família – que, na visão dele, não pode manter o modelo monogâmico. Ele ainda manifestou-se pela flexibilização do direito à propriedade para permitir o confisco de terras produtivas para a realização da reforma agrária.

O novo ministro declarou explicitamente seu apoio à eleição da presidente Dilma Rousseff, em 2010. Ele protagonizou um dos vídeos da campanha no qual disse fazer parte de um grupo de juristas que “têm lado”.

Extraído da Revista Veja em 20/05/2015


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

Deixe seu comentário

Advertisement