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Técnicas de evangelismo

por Enviado por email - sáb fev 21, 10:53 am

evangelismo (1)

A palavra EVANGELISMO é oriunda de “evangelho” (no grego, evaggelion), que significa “anunciar boas novas” ou “trazer boas notícias”.

Que notícia boa é essa?

É a seguinte: todas as pessoas (homens ou mulheres) estavam condenadas a ir para o inferno. No entanto, esta condenação pode ser revertida ou mudada do inferno para os céus, se a pessoa tão somente se arrepender dos seus pecados e crer, por meio da fé, no sacrifício de JESUS CRISTO na cruz do calvário, morrendo em nosso lugar e ressuscitando ao terceiro dia.

Declaração de Billy Graham:

“Meu maior propósito na vida é ajudar as pessoas a terem um relacionamento pessoal com DEUS, o qual eu acredito que vem através do conhecimento de JESUS CRISTO”.

 

1 – BASES BÍBLICAS PARA O EVANGELISMO

As quatro principais ordenanças, registradas no Novo Testamento, deixadas pelo Senhor JESUS para a sua igreja, são:

Primeira Ordenança:

A grande comissão, conforme registrado em Marcos 16.15-16 e Lucas 24.44-49, que significa a pregação da cruz e palavras de salvação (no grego, Kerigma).

Segunda e terceira ordenanças:

Os ensinamentos dados pelo Senhor JESUS (no grego, didaque), que são: fazendo discípulos, edificando e santificando.

O Batismo, conforme Mateus 28.19-20.

Quarta ordenança:

A ceia do Senhor JESUS, conforme Mateus 26.26-30.

Obs: O raio-x das igrejas

– As últimas palavras que o Senhor JESUS proferiu, antes de subir aos céus, são a base da importância, necessidade e o grande valor do EVANGELISMO, conforme Atos 1.8.

– O discurso do apóstolo Pedro em Atos 2.22-24, 37-39.

– O discurso do apóstolo Paulo em Atos 17.30-34.

“À luz das Sagradas Escrituras, não há duvida de que a missão precípua da igreja está vinculada à evangelização”.

A Bíblia apresenta e se refere aos cristãos como os portadores das Boas Novas. Eles são os mensageiros de DEUS para as pessoas que estão mortas em seus delitos e pecados. As pessoas devem conhecer ao Senhor JESUS ou estarão perdidas eternamente.

Urgência sem pressão: por isso, há como que um paradoxo: a importância e a urgência de pregar esta mensagem, porém sem pressionar as pessoas, conforme diz o profeta Zacarias 4.6.

 

2 – RAZÕES PARA O EVANGELISMO

2.1 – Os que Morrem sem Cristo Estão Eternamente Perdidos

Conforme Hebreus 9-27, não haverá uma segunda chance para ninguém após a morte, diferente do que pregam outras religiões, como: espiritismo, catolicismo etc.

Em verdade, a crença nas religiões que admitem uma segunda chance de salvação após a morte ANULA o sacrifício do Senhor JESUS na cruz do Calvário.

2.2 – O Inferno é REAL

“Se neste mundo o fogo é um suplício terrível, o que diremos de um fogo eterno que não se apaga?”

A doutrina do inferno eterno é claramente ensinada na bíblia, conforme escrito na história do rico e de Lázaro, segundo Lucas 16.19-31.

O Senhor Jesus falou muito mais do inferno do que dos céus. Por que?

Porque Ele não quer que ninguém se perca, conforme 2Pedro 3.7-9, 1Timóteo 2.4.

2.3 – Jesus é a Única Solução – João 14.6

Nenhuma pessoa é suficientemente boa para merecer a salvação, conforme Romanos 3.23.

Nenhum santo, nenhuma obra ou cerimônia poderá livrar o homem da condenação eterna no inferno, a não ser que ele se arrependa de seus pecados e creia no Senhor Jesus Cristo, por meio da fé, de todo o seu coração e alma. Fora isso, ele estará completamente perdido. Ver 2Coríntios 5.17-21.

2.4 – À Igreja Cabe Pregar o Evangelho

A igreja foi instituída com a missão maior de PREGAR O EVANGELHO:

– Os anjos não podem pregar o evangelho;

– O governo não pregará o evangelho;

– As escolas não foram construídas para pregar o evangelho;

– As grandes empresas não visam transformar as pessoas com o evangelho, mas seu objetivo é o lucro.

“Somente a igreja do Senhor Jesus Cristo foi comissionada para pregar o evangelho”.

Não podemos esperar por outro grupo ou instituição, pois nenhum possui a capacitação de DEUS para este trabalho, somente a igreja.

Se não formos buscar as almas (vidas) perdidas ninguém mais o fará; foi sobre nós mesmos que DEUS lançou esta responsabilidade.

 

  1. MÉTODOS EVANGELÍSTICOS

São inúmeras as formas como podemos realizar esta tarefa sem necessidade de profundidade teológica ou microfone.

Vamos enumerar algumas maneiras que os primeiros discípulos usavam para alcançar as pessoas perdidas:

– pregação nas sinagogas

– pregação ao ar livre

– evangelização nos lares

Nos dias atuais podemos alcançar as pessoas utilizando várias maneiras:

  1. a) Utilizando métodos específicos:

– direto (especificamente) – Atos 8.30-35

– indireto (para um grupo) – Atos 17.16-34

 

  1. b) Apresentando a mensagem de maneira apropriada:

– depender totalmente do Espírito Santo – Atos 1.8

– ter o conhecimento da Palavra de DEUS – 2Timóteo 2.15

– enfatizar a maior necessidade – Joao 3.1-3 e 5

– usar o tato – 1Coríntios 9.19-23

– falar com convicção – 2Timóteo 4.2

– dar ênfase ao Senhor Jesus e nunca à igreja – João 14.6

– fazer o diagnóstico e aplicar o remédio – Marcos 10.17-22

– ter perseverança – Eclesiastes 11.6

 

4 – COOPERANDO DE DIVERSAS MANEIRAS

  • a) orando – Colossenses 4.2-6
  • b) contribuindo com dízimos/ofertas/missões
  • c) incentivando aqueles que fazem este trabalho – 2Timóteo 4.5
  • d) incentivando os que não fazem a fazer este trabalho – 2Pedro 2.9-10

 

5 – ONDE EVANGELIZAR

5.1 O Crente Individualmente

  • a) A casa onde reside (evangelização de familiares)
  • b) A rua onde mora (evangelização de vizinhos)
  • c) O transporte que utiliza (evangelização de passageiros)
  • d) O local onde trabalha (evangelização de companheiros)
  • e) A escola onde estuda (evangelização de colegas)
  • f) O local onde faz compras (evangelização de conhecidos)
  • g) O templo onde congrega (evangelização de visitantes)
  • h) As visitas que faz (evangelização de parentes, colegas, pessoas enfermas).

5.2 A Igreja Local

  • a) O bairro onde se localiza
  • b) A cidade onde se situa
  • c) Os locais de aglomeração
  • d) Os estabelecimentos de ensino
  • e) As casas de saúde
  • f) Os locais de diversões
  • g) Os presídios
  • h) Seitas e religiões
  • i) Os grupos abastados
  • j) Os desviados

5.3 A Igreja Universal

  • a) Todo o mundo – Marcos 16.15
  • b) Todas as nações – Mateus 28.19
  • c) Todas as aldeias – Mateus 9.35
  • d) Confins da terra – Atos 1.8

 

6 – TEMPO DE EVANGELIZAR

A Bíblia diz em Eclesiastes 3.1 “Há tempo para todo o propósito debaixo do céu (…)”

Mas, quando se trata de evangelizar, as escrituras são enfáticas:

  • a) Em tempo e fora de tempo – 1Coríntios 15.58
  • b) Quer ouçam, quer deixem de ouvir – Atos 7.54-57
  • c) Hoje – 2Coríntios 6.2
  • d) Enquanto é dia – Joao 9.4

6.1 Por que Esta Urgência? Tiago 4.14

  • a) Porque se não pregarmos o evangelho, os pecadores não poderão ser salvos e o inimigo manterá assim o homem preso em seus laços -2Timóteo 2.24-26.
  • b) Porque após a morte, não haverá mais possibilidade de salvação, pois depois dela segue-se o juízo de DEUS – Hebreus 9:27.

Duas eternidades distintas aguardam o homem após a morte, conforme escreveu Daniel 12.2: “e muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e desprezo eterno”.

O Alerta duplo em Deuteronômio 30.15-16 e 19-20, está repetido também no livro de Hebreus 2.3; 3.7.

 

DEUS CONTA CONOSCO NESTA OBRA GLORIOSA

DISCIPULADO

“Discipulado não é uma técnica, nem fórmula mágica para alcançar sucesso ou êxito espiritual. É ouvir o chamado de Cristo para ser e viver como Ele. A ordem aos seus discípulos, a fazerem outros discípulos é o coração da grande comissão. É quando apresentamos Cristo às pessoas com a nossa própria vida, e as levamos a obterem em Jesus as respostas para suas questões existenciais. Somos um modelo referencial de amor cristão desde que ele nos chamou e nos comissionou” (Igreja Batista Sal e Luz).

 

Mateus 5.3: “Bem-aventurados os humildes ou pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”.

Não é por acaso que esta é a primeira bem-aventurança, devido à razão de que ninguém pode entrar no reino de DEUS, também chamado de reino dos céus, a não ser que seja possuidor dessa qualidade: a humildade.

O sentido real desta humildade – Isaías 57.15. Ser humilde de espírito é sentir que não somos nada, não temos nada e também que olhamos para DEUS em total submissão e dependência inteira de sua misericórdia e graça.

Mateus 5:4: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”

Não se está falando aqui daqueles que choram por alguma circunstância adversa da vida, como alguma enfermidade, perda de emprego ou de um ente querido, mas o real significado desta palavra é: aqueles que choram por contemplar a sua condição de pecaminosidade, e então, ao examinar a si próprio, forçoso lhe é que atravesse a experiência aludida no capítulo 7 da carta aos Romanos (o bem que quero não faço, mas o mal que não quero, este eu pratico).

É necessário que o crente se conscientize desses princípios malignos que nele existem, como afirma o Apóstolo Paulo.

A pessoa descobre o conflito em seus próprios membros e termina por abominar a sua condição de pecaminosidade, chorando por esta causa. Isto é inevitável, não há cristão que deixe de passar por esta experiência conflitante. Isto não é esforço da imaginação, mas é uma experiência real.

Se eu não estiver de acordo com este ensino, tal objeção significará que eu não me lamento do pecado, e disso seguir-se-á que não posso ser contado entre aqueles que o Senhor Jesus chamou de bem-aventurados.

Mateus 5:5: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra”.

Esta bem-aventurança nos leva a novas surpresas, pois ela é totalmente completa e inteiramente contrária a tudo que o homem natural pensa.

  • Conquista mundial: O predomínio sobre o universo inteiro, entregue aos mansos, dentre todas as pessoas deste mundo! (utopia do homem)

A humanidade pensa em termos de força, poderio, habilidades, auto-segurança e agressividade. Esta é a ideia que as pessoas do mundo fazem de conquista e predomínio, porém, a terra a ser herdada não é este mundo, mas a terra no porvir, no reino milenar.

Mateus 5:6: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos”.

Praticar a justiça quer dizer viver uma vida em total obediência à palavra de DEUS. Se cada ser humano soubesse o que quer dizer “ter fome e sede de justiça” então este problema seria prontamente solucionado, como vemos no exemplo de Ló, em 2Pedro 2.6-8: “e condenou à subversão (destruição) as cidades de Sodoma e Gomorra reduzindo-as a cinza e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente; e livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis, porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, pelo que via e ouvia sobre as suas obras injustas”.

A maior necessidade do mundo atual é um maior número de crentes individuais. Se as nações forem formadas por crentes individuais, ninguém precisará temer o poder atômico, e nem qualquer tipo de armamento, pois não será necessário usá-los. Isto, porém, é uma utopia.

Se este versículo for considerado como uma das mais benditas afirmativas da Bíblia para uma pessoa, então certamente esta é um verdadeiro cristão; caso contrário, será necessário que examine novamente no que se está alicerçado.

O cristão sabe o que Jesus Cristo se tornou para ele: “sabedoria, justificação, santificação e redenção”. Sabe também que o Espirito Santo está com ele e que continuará operando em seu homem interior “tanto o querer quanto o realizar, segundo a Sua vontade”.

Por conseguinte, o crente olha para o futuro, para aquele estado final e definitivo de perfeição, quando então não haverá mais mancha, ruga ou defeito, ou qualquer coisa semelhante, quando então haveremos de vê-lo tal qual Ele é, e seremos semelhantes a Ele, conforme 1João 3.2.

 

Mateus 5.7: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”.

Esta bem-aventurança deriva-se de todas as que a precedem, e, portanto, expressemos a questão da seguinte maneira:

O Humilde de espírito percebe que não há qualquer retidão em si mesma, entende que se fosse colocado face a face com DEUS, e com a sua justiça, estaria irremediavelmente perdido, e não somente isto, mas também lamenta e chora por causa do pecado que está nele mesmo.

Além disso, como resultado do operar do Espírito Santo, a pessoa chega a tomar consciência da negridão do seu próprio coração. Sabe o que significa clamar: “desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte”, e deseja se ver liberto da vileza que se manifesta em seu interior.

Mais do que isso, mostra-se manso, o que significa que agora já recebeu uma visão autêntica de si mesmo. Tem anelado pela justiça. A pessoa também entende que não pode criar ou produzir a justiça em si mesma, e que nenhum outro ser humano pode ajudá-lo quanto a este particular.

O homem vê sua desesperadora situação diante de Deus e tem fome e sede daquela retidão que o reconciliará com DEUS, que endireitará a situação diante DELE, e que proporcionará uma nova natureza e uma nova vida. E então, vê que em Cristo tem tudo o que necessita. Assim, fica inteiramente satisfeito, e recebe tudo isto como dádiva gratuita.

Inevitavelmente, uma pessoa que já viu e experimentou todas estas etapas, tem a sua atitude para com seus semelhantes total e completamente mudada.

Se isto aconteceu com uma pessoa, então ela não mais está enxergando os homens conforme costumava vê-los. Agora, vê através dos olhos transformados pelo Espírito Santo.

A pessoa passa a ver os outros como vítimas e escravos do pecado, de Satanás, e do caminho do mundo. E assim os considera não como homens que os causa aversão, mas como homens de quem se deve compadecer. Ainda, vê os outros como indivíduos controlados pelo deus deste mundo, como quem continua no lugar onde também já esteve outrora, e onde ainda estaria não fora a graça divina.

Por conseguinte, o cristão lamenta a situação daquele que está perdido. Não se coloca meramente a contemplar os homens e o que praticam, mas os olha como escravos do inferno e de Satanás, e toda a atitude para com eles se modifica, em consonância com isto.

Por causa disto pode mostrar-se misericordioso para com os seus semelhantes.

Mateus 5.8: “Bem aventurados os limpos de coração porque verão a DEUS”

Como nossos corações podem se tornar limpos? Este tema vem ocupando a mente dos santos através dos séculos. Há duas opiniões principais a esse respeito:

1) Aqueles que dizem que só resta fazer uma coisa: tornar-se monge, separando-se do mundo. Alegam os que adotam este pensamento: “este é um empreendimento de tempo integral. Se alguém quiser possuir um coração limpo, não restará tempo para qualquer outra coisa”.

 

Aí reside a ideia de monasticismo. Tal opinião é inteiramente anti-bíblica; ainda, este conceito não existe nas páginas do Novo Testamento, porque é impossível para uma pessoa concretizá-lo. Todos os esforços desse tipo que procuraram atingir a autopurificação foram condenados ao fracasso.

O método bíblico contrário ao conceito acima é o seguinte: tudo quanto o homem pode fazer é tomar consciência da negridão de seu próprio coração, conforme ele é por natureza. Ao assim proceder, estará se unindo a Davi em sua oração, conforme Salmo 51.10.

 

2) Aqueles que dizem que a única maneira de se ter um coração limpo é que o Espírito Santo venha residir em si, a fim de o purificar. Somente a presença do Espírito de DEUS, e sua operação no íntimo, pode limpar o coração.

Somente DEUS pode fazer esta limpeza no homem interior. Sejam dadas muitas graças ao SENHOR porque prometeu que o faria.

A confiança do apóstolo Paulo era que Aquele que começou a boa obra em nos há de completá-la até o dia de Cristo Jesus, conforme Filipenses 1.6; esta é a nossa única esperança.

Isto não quer dizer que o cristão deva permanecer na passividade quanto a esta questão. A obra é de DEUS, mas também deve-se crer no que o autor do livro de Tiago ensinou: “Chegai-vos a DEUS e Ele se chegará a vos outros” (Tiago 4.8).

O cristão quer que DEUS se achegue a Ele, pois do contrário seu coração permanecerá negro de pecado. Como DEUS poderá se aproximar da pessoa? Tiago insiste: “Chegai-vos a DEUS e Ele se chegará a vos outros”; em seguida “purificai as mãos pecadoras, e vós, que sois de ânimo dobre, limpai o coração”. O fato de que o homem sabe que não pode limpar o seu próprio coração, em nenhum sentido, significa que tenha o direito de arrastar-se pelas sarjetas da vida esperando que DEUS o purifique.

Mateus 5.9: “Bem aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de DEUS”.

O pacificador é o homem que se dispõe a se humilhar, e que está pronto para fazer tudo e qualquer coisa a fim de que a glória de DEUS seja promovida. Na qualidade de pacificadores, os crentes devem esforçar-se para difundir a paz onde quer que se encontrem. Fazem isto quando não se mostram egoístas, e, sim, amigáveis, acessíveis, não defendendo apenas a sua dignidade. A bênção prometida a pessoas que se colocam como pacificadores é que eles serão chamados filhos de DEUS.

Por que o Filho de DEUS veio ao mundo? Esta é a razão porque Deus enviou o Seu Filho ao mundo: Jesus veio realizar entre nós a sua obra de salvação.

De onde procedem as guerras? Procedem do homem, do pecado e de Satanás. A discórdia foi introduzida no mundo dessa maneira; porém, o DEUS de paz não se pôs a defender a própria dignidade; antes, veio realizar entre nós a sua obra bendita (Filipenses 2.5-8).

Eis porque os pacificadores são considerados filhos de DEUS: o que eles fazem é repetir o que Deus já fizera. Se DEUS tivesse insistido sobre seus direitos e sua dignidade, então cada pessoa, e toda a humanidade, estaria consignada ao inferno e à perdição eterna.

Mateus 5.10: “Bem aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus”

Ser justo, praticar a justiça, na realidade, significa assemelhar-se ao Senhor Jesus Cristo. Mas ainda, aqueles que se assemelham a Jesus Cristo sempre serão perseguidos. O SENHOR JESUS coloca a questão conforme João 15.18-20.

O exemplo maior neste particular é o próprio Jesus Cristo. Nunca apareceu homem mais gentil e bondoso, porém vemos o que aconteceu com Ele e como o mundo O recebeu.

Na história da igreja cristã, descobre-se que as afirmativas do Senhor Jesus tem se cumprido ao longo dos séculos. Como exemplo e cumprimento dessa bem-aventurança, tem-se a vida dos mártires da igreja primitiva, os pais do protestantismo.

Por quem os justos são perseguidos? As perseguições não são movidas contra os seguidores de Cristo somente pelos incrédulos. Algumas das piores perseguições aos justos têm sido experimentadas pelas mãos da própria igreja, pelas mãos das pessoas que se dizem evangélicas e religiosas.

Consideremos o caso do Senhor Jesus: quais foram os seus principais perseguidores? Foram os fariseus, os escribas e os mestres da lei! E quando se lê a história da igreja, observa-se as perseguições efetuadas pela igreja católica romana contra alguns homens da Idade Média, que divisaram a verdade pura e tentaram vivê-la.

Finalmente, faça-se a seguinte indagação: você já sabe o que significa, por experiência própria, ser perseguido por causa da justiça? Para que o homem seja igual a Cristo deve tornar-se luz; porque a luz sempre desmascara as trevas, é por esse motivo que as trevas sempre haverão de odiar a luz.

E assim é, porque se porventura alguém estiver sendo perseguido por causa de Cristo e de sua justiça tem-se neste fato a prova final de que é cristão autêntico, cidadão do reino dos céus (Filipenses 1.27-30).

Referências:

I – Evangelismo: Apostila do Curso de Teologia da Faculdade Betesda – Módulo 5.

II – Discipulado: Livro Estudos no Sermão do Monte (Dr. Martin Lloyd Jones).

Apostila elaborada pelo Pr. Nivio Fuschini.


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