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LIBERTO DO HOMOSSEXUALISMO Esse testemunho
poucas pessoas tiveram o privilégio de saber... Desde muito novo, sempre fui uma criança muito bonita, sempre me dava bem com todos, e isso chamava a atenção de muita gente. Durante boa parte da minha infância fui assediado por vizinhos e amigos e até tocado intimamente por alguns, mas, que eu lembre, não chegaram a abusar sexualmente de mim. Fui crescendo e uma dúvida tomava conta de minha mente: "será que gosto de homem ou de mulher?" e não obtinha respostas. No decorrer da minha adolescência, fui amando garotos e garotas, mas sem os mesmos saberem. Por esse motivo, não namorei ninguém por muito tempo. Até que, pela pressão dos pais, amigos e de mim mesmo, resolvi tentar experimentar um primeiro namoro, com uma amiga minha. Foi um fracasso. Ela estava me amando e eu não conseguia correspondê-la. Passamos seis meses ainda juntos. Daí por diante não namorei mais ninguém. Em pleno 21 anos de idade eu era um rapaz virgem, que provocava sátiras e más brincadeiras de quem sabia. E o mais importante: não me considerava gay, não tinha descontentamento com meu corpo e muito menos concordava com união sexual de casais e o exibicionismo que muitos homossexuais faziam questão de mostrar. Em dezembro de 2003, conheci um belo rapaz e de lá por diante comecei a cultivar uma grande amizade por ele e, principalmente um grande amor escondido (e ele por mim também). Só que tinha um porém: ele era "evangélico", da Adventista, e isso até um tempo foi barreira para nós. Saímos juntos, brincamos juntos, mas sem nada acontecendo. Até que em junho de 2004, não deu mais para segurar, na primeira noite em que nos declaramos, acabamos transando. Corri até o risco de contrair Aids, pois o rapaz já havia se relacionado com outros homossexuais e eu havia transado com ele sem camisinha. E daí por diante fomos tendo um "amor intenso". Ele estava desesperadamente apaixonado por mim e eu gostava dele, contudo, no fundo o Espírito Santo me cobrava, eu sabia que estava pecando e sabia que isso não era o que eu queria. O tempo foi passando, até que minha estúpida aventura culminou em encontros dentro de casa (sem minha família saber) com meu pai lá e o restante de meus familiares próximos por chegar do trabalho. Eu já estava farto daquela situação até que fiz um propósito com Deus, que se Ele me desse forças para acabar com tudo aquilo em uma sexta-feira de janeiro deste ano, eu iria servi-Lo. A tal Sexta-feira chegou. Nessa noite novamente ele foi em casa e eu tinha nas mãos a oportunidade de acabar aquela nojeira. Mas, com a minha cega estupidez, com medo de magoar meu "amigo", não cumpri o comprometido com meu Pai. Ele, como é fiel, fez a Sua parte. O rapaz, mesmo naquela situação pecaminosa, estava ainda profetizando que algo estranho iria acontecer e queria ir embora, mas eu insistia, com medo de magoá-lo. Até que para minha infelicidade, meu irmão chegou e quase me pega. Tenho a plena certeza que foi livramento de Deus, pois como sei que meu irmão é, ele iria fazer um escândalo, bater em mim e no outro e iria acordar meu pai. Naquele momento nem tive a reação e ficar triste, com medo, preocupado ou coisa parecida. Somente passava pela minha cabeça que Deus tinha me livrado, tinha cumprido Seu compromisso e eu me prostituindo. Meu irmão estava transtornado e ali eu, com a alma imunda, pedi pra Deus que controlasse ele. Deus, com sua infinita misericórdia e fidelidade, me atendeu. E eu sabia que desta vez deveria cumprir com meu compromisso, senão minha vida estaria acabada. No dia seguinte fui ao encontro de meu amigo e acabei com tudo. Ele sofreu muito. Mas Deus estava me chamando. E exatamente, no dia 16 de janeiro de 2005 (a melhor data de minha vida) ACEITEI JESUS! Mas depois disso, ainda não havia estava me congregando em nenhuma Igreja. As duas semanas que se passaram antes de eu começar a efetivamente me congregar, fui ainda cedendo às tentações do maligno. Mas o Espírito Santo já estava se movendo dentro de meu ser e eu tinha que ter forças para superar. Foi quando no dia 30 de janeiro, comecei a me congregar e de lá por diante não voltei mais àquele caminho horrendo que o inimigo me colocou. Sei que o Senhor tem muito a restituir minha sexualidade e minha vida conjugal.
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