Doutrina anti-bíblica: A Sentinela de 15/09/98

    A revista A Sentinela deste mês traz na capa a seguinte pergunta: "QUEM REALMENTE CRÊ NA BÍBLIA?"

    Para variar, a revista já começa atacando a "cristandade", afirmando que esta baseia suas doutrinas na tradição, e não na Bíblia. Cita vários textos de enciclopédias e outras obras fora de contexto para defender que algumas doutrinas cristãs não são bíblicas. Afirma também que muitos líderes religiosos não crêem no que pregam (o que algumas vezes infelizmente é a verdade). Atacar as igrejas institucionalizadas é uma característica marcante de seitas exclusivistas.

    Os comentários da revista fazem parecer que as doutrinas da STV é que estão de acordo com a Bíblia. Mas isto não é verdade. Existe uma (entre outras) doutrina da STV, que é baseada em material pagão e extra-bíblico. Esta doutrina sim é baseada em costumes e "tradição de homens". Veja uma afirmação feita pela STV:

"As crenças das Testemunhas de Jeová, baseadas inteiramente na Bíblia,
impedem que se tornem uma seita ou um culto"
Despertai! de 8 de outubro de 1997, página 10

    Bem, se uma seita é caracterizada por seus ensinos não estarem baseados inteiramente na Bíblia, então a STV é uma seita! Na revista deste mês (15/10/98), na pagina 10, 13 parágrafo, nos é passada a informação de que Jerusalém foi destruída pelos babilônios em 607 aC. Isto parece não ter valor, mas se analisarmos, esta data fundamenta uma das doutrinas centrais da STV: o mito de que Jesus está presente desde 1914!

    Sem a data 607 aC, não é possível chegar-se a 1914. Agora eu pergunto: é possível obter a data de 607 aC usando-se somente a Bíblia? A resposta é NÃO! A STV baseia esta doutrina em material extra-bíblico, tornando-se assim, segundo o que suas próprias publicações afirmam, uma SEITA.

    E não é só isso! Nada indica que Jerusalém tenha sido destruida em 607 aC. Nenhuma enciclopédia ou obra sobre história traz a data de 607 aC, mas sim 587 aC como a data deste evento.

    Conheça mais detalhadamente o mito de 1914, com todos os argumentos da STV, e verificando mais a fundo o seu embasamento em material pagão, no estudo sobre O Ano de 1914

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