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TJs: É errado questionar crenças?

por Artigo compilado - qua mar 04, 6:45 pm

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“Por conseguinte, é anticristão hoje oferecer comentários baseados na Bíblia sobre a religião de outrem? A resposta bíblica tem de ser Não. Na verdade, a crítica que revela falhas nos ensinos e nas práticas da religião de outrem talvez de início, pareça severa. Todavia, como deve reagir a pessoa? Não como aqueles que ficaram violentamente enraivecidos com a crítica de Estêvão. Ao invés, observe a excelente reação de alguns atenienses que ouviram os comentários de Paulo. Aceitaram a verdade da Bíblia e tornaram-se crentes, para seu proveito eterno. — Compare com Atos 17:11, 12.” — Revista Despertai! de 22 de maio de 1975, página 29.

“Um indício de que nos tornamos vítimas do auto-engano é se ficamos irados quando nossas crenças são questionadas. Em vez de ficarmos irados, é sábio manter a mente aberta e escutar com atenção o que outros dizem – mesmo quando temos certeza de que a nossa opinião está certa. Provérbios 18:17.” — Revista A Sentinela de 15 de julho de 2003, página 22.

“Não é errado a pessoa tentar refutar os ensinos e as práticas de um grupo religioso que ela julgue ser incorretos.” — Revista Despertai! de 8 de setembro de 1997, página 6.

“… quando as crenças e práticas religiosas delas são falsas e merecem a desaprovação de Deus, trazer isto à atenção delas, por expor a falsidade, significa mostrar amor a elas… Seguimos as pisadas de Jesus por trazer à atenção aquilo que a Palavra de Deus diz, o que pode resultar no benefício eterno daqueles que derem ouvidos.” — Revista Despertai! de 8 de julho de 1988, página 28.

“Não é forma de perseguição religiosa alguém dizer e mostrar que a religião de outrem é falsa. Não é perseguição religiosa uma pessoa informada expor publicamente uma religião falsa, permitindo assim que outros vejam a diferença entre a falsa religião e a verdadeira… é um serviço público em vez de perseguição religiosa, tendo a ver com a vida eterna e com a felicidade do povo.” — Revista A Sentinela de 15 de maio de 1964, página 304, parágrafo 3.

A necessidade de se “conhecer”, “elucidar”, “entender”, “informar adequadamente”, “ouvir”,

“raciocinar sobre os prós e os contras da questão”, “confirmar os fatos”

“Para refutar, é necessário conhecer bem os dois lados da questão e analisar detalhadamente as evidências usadas.” — Livro Beneficie-se da Escola do Ministério Teocrático, página 34.

“A verdadeira elucidação inclui os dois lados de uma questão, não apenas os fatos que apóiem sua própria espécie de teologia!” — Revista Despertai! de 22 de julho de 1982, página 28.

“A Bíblia o aconselha: ‘Adquire sabedoria, adquire compreensão.’ (Provérbios 4:5) As palavras ‘sabedoria’ e ‘compreensão’ indicam mais do que simplesmente saber distinguir o certo do errado. Você precisa entender todos os lados da questão.” — Livro Os Jovens Perguntam 2, página 10.

“Um caso, lá atrás em 1956, fornece exemplo da irresponsabilidade dos meios noticiosos em incitar o público e em deixar de informar adequadamente ambos os lados da questão.” — Livro Anuário das Testemunhas de Jeová de 1980, página 154.

“Não importa aquilo em que pessoalmente creia, sem dúvida gostaria de ouvir ambos os lados da questão.” — Revista Despertai! de 8 de abril de 1970, página 5.

“Mesmo que o argumento de uma pessoa pareça plausível e certo, é sábio ouvir ambos os lados de uma questão antes de chegar a uma conclusão.” — Mensário Nosso Ministério do Reino de dezembro de 2001, página 6.

Mas, quando alguém que se chega a você estiver errado na sua sugestão, no seu problema ou pedido, se você o repelir, sem o escutar e raciocinar sobre os prós e os contras da questão, certamente não o ensinará. De fato, talvez o deixe ainda mais convencido de que ele está com a razão. Provavelmente fique muito abatido e hesitante em se chegar a você mais tarde com outro assunto. Pode até mesmo falar aos seus colegas de trabalho sobre o tratamento desatencioso que recebeu de você, fazendo com que eles também se esquivem de se chegar a você no futuro.” — A Sentinela de 15 de julho de 1977, página 435.

Uma muleta emocional é algo que faz a pessoa enganar a si mesma, levando-a a ignorar a realidade e impedindo-a e raciocinar de maneira lógica… Não querem pensar por si mesmas ou reavaliar suas crenças à base de claras evidências… De fato, seria muita tolice da nossa parte aceitar algo como verdade sem confirmar os fatos. Seria o mesmo que tentar atravessar uma rua movimentada com os olhos vendados só porque alguém nos disse para fazer isso.” — A Sentinela de 1º de novembro de 2012, página 23.

“… se pertencemos a uma organização religiosa, nossa vida espiritual está nas mãos dela. Isso inclui nossa própria salvação.” — A Sentinela 1º de julho de 2013, página 3.

“Devemos gratidão à Torre de Vigia? Ora, a gratidão se dá a quem merece e não a quem nos engana!”

‘Quando aceitamos tudo o que a Organização diz sem o examinar, mostramos confiança na Organização. Mas se mantivermos um espírito atento e examinarmos se as coisas são realmente assim, então mostramos zelo para com Jeová’ Para quem você verdadeiramente tem mostrado zelo? — Um superintendente viajante

Extraído do site http://indicetj.com/ em 04/03/2015


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