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TJs: E os sinais dos pregos nas mãos de Cristo?

por Artigo compilado - qui maio 21, 9:25 am

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João 20.25 – Conseqüentemente, os outros discípulos diziam‑lhe: Temos visto o Senhor! Mas, ele lhes disse: A menos que eu veja nas suas mãos o sinal dos pregos e ponha o meu dedo no sinal dos pregos, e ponha minha mão no seu lado, certamente não acreditarei (Tradução do Novo Mundo).

Os cristãos fazem bem em discutir esta passagem com as teste­munhas de Jeová que negam que Jesus morreu em uma cruz.

Negar que Jesus morreu na cruz é uma doutrina básica das tes­temunhas de Jeová. De fato, as testemunhas consideram qualquer um que acredita na cruz um “falso beato pagão”. Ao invés disto, a Sociedade Torre de Vigia ensina que Jesus foi pregado em uma “estaca de tortura” ‑ um poste vertical, como um mastro de bandeira, sem nenhuma trave horizontal. Em qualquer lugar onde a palavra cruz é mencionada, em outras Bíblias, a Tradução do Novo Mundo usa a expressão estaca de tortura.

A ilustração da morte do Senhor em seus livros mostram Jesus com seus braços colocados juntos, logo acima da cabeça, com um único cravo pregando ambas as mãos na estaca. Durante anos, todas as publicações da Sociedade Torre de Vigia descreveram a morte de Jesus desta forma ‑ com um único cravo pregando suas mãos a uma “estaca de tortura”. Mas, o que dizem as Escrituras? Era um cravo que pregava as mãos de Jesus acima de sua cabeça, ou  eram dois cravos  que pregavam suas mãos nos finais opostos do travessão da cruz? Em João 20:25, a Bíblia nos diz que o após­tolo Tomé disse o que é relatado no versículo acima. Mesmo na Bíblia da Torre de Vigia, Tomé falou dos “pregos” (plural) nas mãos de Jesus ‑ não um único prego, como nas ilustrações da Torre de Vigia.

Portanto, apesar de os líderes das Testemunhas de Jeová terem retirado a palavra cruz de suas Bíblias, eles se descuidaram em não retirar o segundo cravo das mãos de Jesus ‑ retendo, portanto, a evidência de que ele morreu por crucificação, ao invés de por fixação em estaca de tortura como ensinam.

Fonte de pesquisa: “As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo”, David A. Reed; trad. de Marcelus Virgílius Oliveira e Valéria Oliveira. ‑ 2. ed. Rio de janeiro: JUERP, 1990.


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