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TJs: “Os justos possuirão a terra”

por Artigo compilado - qui mar 26, 10:03 am

tj no campo

Salmo 37:9,11,29 – Pois os próprios malfeitores serão decepados, mas os que esperam em Jeová são os que possuirão a terra. …Mas os próprios mansos possuirão a terra… Os próprios justos possuirão a terra (Tradução do Novo Mundo).

Comumente as testemunhas de Jeová usam estes versículos em       sua pregação de porta em porta para apresentar aos ouvintes a es­perança de uma vida no paraíso terrestre, ao invés de ir para o céu.

De acordo com a Sociedade Torre de Vigia, a oportunidade de ir para o céu terminou no ano de 1935. Ao invés de ir para os céus, as testemunhas de Jeová esperam sobreviver à destruição do resto da humanidade no Armagedom e viver para sempre na terra.

No entanto, quando os versículos citados são lidos dentro do seu próprio contexto, o Salmo 37 apresenta um quadro diferente. O salmo não está predizendo um tempo futuro quando Deus re­moverá o iníquo e passará o controle da terra para as pessoas boas. O salmista foi, antes, inspirado a contar a seus semelhantes israelitas o que eles poderiam esperar ver durante o seu tempo de vida na terra ‑ os homens prosperariam sob a bênção de Deus, enquanto o iníquo pagaria um alto preço. Por exemplo, no versículo 25, Davi escreve “Eu fui moço, também fiquei velho, e, no entanto, não vi nenhum justo completamente abandonado, nem a sua descendência procurando pão” (Tradução do Novo Mundo). Ele está falando aqui de eventos que aconteceram durante a sua vida. E no versículo 37, acrescenta: “Vigia o inculpe e mantém a vista no reto, porque o futuro (deste) homem será pacífico” (Tra­dução do Novo Mundo). Mais uma vez o contexto diz respeito aos benefícios imediatos da boa conduta. O salmo não contém nenhu­ma indicação de que ele deveria ser tomado como uma declaração profética sobre o fim do mundo.

Fonte de pesquisa: “As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo”, David A. Reed; trad. de Marcelus Virgílius Oliveira e Valéria Oliveira. ‑ 2. ed. Rio de janeiro: JUERP, 1990.


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